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Mercado

O mercado dos combustíveis no Brasil é regulamentado pela lei federal 9.478/97. Essa lei flexibilizou o mercado do setor de petróleo e gás natural, até então exercido apenas pela Petrobras. Assim, desde janeiro de 2002 as importações de gasolina foram liberadas e o preço da mesma passou a ser definido pelo próprio mercado.

A frota de automóveis em circulação no País em 2018 foi de 100,7 milhões, segundo dados do IBGE.

Segundo o Sindpeças – Sindicato Nacional da indústria de Componentes para Veículos Automotores, em 2018 os veículos flex somaram 67,1% da frota total do país e os veículos a gasolina, 22,2%, já os veículos a diesel se manteve estável, na faixa de 10%, dados estes que são de suma importância pra que o dono de um posto de combustível conheça como funciona o mercado desse produto.

De acordo com informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram consumidos 136,1 bilhões de litros de combustível no ano de 2018.

No ano de 2018 ocorreu um aumento de 42,10% na venda de álcool hidratado, em relação a 2017, chegando a marca de 19,38 bilhões de litros vendidos, segundo dados da ANP. Para a ANP, esse grande número de vendas de etanol é reflexo no aumento do preço da gasolina, que já atinge a casa dos R$ 4,30 em grande parte do Brasil.

A venda de diesel cresceu 1,4%, comparando os anos de 2017 e 2018, atingindo a marca de 55,55 bilhões de litros vendidos. Com isso, o diesel representa 40,81% de todo o combustível vendido no Brasil. A grande demanda desse combustível, impulsionou a venda do biodiesel, que teve uma alta nas vendas de 25,3% passado de 4,302 bilhões de litros em 2017 para 5,391 bilhões de litros em 2018.

O gás natural veicular (GNV) apresentou crescimento de 12,3% no volume comercializado, passando de 5,395 milhões de m³/dia para 6,056 milhões de m³/dia.

Já a gasolina, teve uma redução considerado no volume vendas de 13,1% em relação a 2017, passando de 44,150 bilhões de litros para 38,352 bilhões de litros em 2018.

olina vendida em postos é a do tipo “C”, que é uma mistura de gasolina “A”(pura) e etanol anidro. A gasolina que é produzida nas refinarias é pura, e é revendida a distribuidoras. As distribuidoras compram a gasolina “A” e o etanol anidro e fazem a mistura, que atualmente pode conter de 18% a 27,5% de etanol anidro. Dessa forma, é importante que o empresário selecione bem seu fornecedor, visto que a qualidade da gasolina está relacionada ao mesmo.

Ao abrir um posto de combustível, o empresário tem duas opções. A primeira é adotar uma bandeira de alguma distribuidora, e a segunda é não adotar nenhuma bandeira e se tornar um posto “bandeira branca”. A prática de adoção de bandeiras funciona da seguinte maneira: a distribuidora subsidia a construção do posto e sua manutenção, e em troca, o posto só poderá vender combustíveis adquiridos daquela distribuidora. Caso o empresário opte por não ter nenhuma bandeira, o mesmo deverá arcar com todo o custo de construção do posto.

Ao adotar uma bandeira, o empresário deve levar em conta alguns aspectos, como a duração do contrato, a quantidade de subsídios que a distribuidora disponibilizará na construção do posto, além da qualidade e da flutuação do preço do combustível fornecido pela distribuidora. Portanto, a tendência do segmento de postos de combustível é continuar crescendo, visto que a frota veicular também continuará crescendo.

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